Filho da Graça e do Igran. Nascido e "batizado" em Brasília, porém criado no Espírito Santo. Pedagogo por oportunidade e necessidade. Sonha com um mundo mais alegre, com pessoas críticas e capazes de questionar as normas e valores arbitrários dessa sociedade...
Postando para
compartilhar minha comunicação oral intitulada "Apologia ao
homosssexualismo: um costume no currículo - os casos Márcio Barrios e Jair
Bolsonaro" que apresentei no Eixo Temático 07.
Heteronormatividade, heterossexismo e homofobia no cotidiano escolar,
coordenado por Rogério Diniz Junqueira, durante o V Seminário Corpo, Gênero e Sexualidade, na FURG, Rio
Grande-RS, entre 25 a 27 de agosto de 2011.
Para quem se
interessa em cursar um mestrado ou doutorado saiba que o edital da Faculdade de
Educação da Universidade de Brasília (UnB) acabou de sair do formo.
São 69 vagas
para o mestrado e 36 para o doutorado, divididas em diferentes áreas e linhas
de pesquisa.
Estão
abertos dois processos seletivos para os interessados em ingressar nos cursos
de graduação da Universidade de Brasília (UnB). O ingresso pela transferência
facultativa para quem está cursando graduação e por outro processo para portadores
de diploma interessados em outro curso superior.
Como opinei em postagem anterior, essas formas de ingresso são mais fáceis, o que não
significa que não é difícil. É preciso estudar, porém focado mais na área para
qual você pretende realizar seus estudos.
Para
conferir os editais e saber sobre os conteúdos exigidos acesse:
A Universidade Católica de Brasília (UCB) promoverá em setembro o Seminário Internacional "Formação de Professores: Tendências e Desafios".
O Seminário é uma iniciativa do Programa de Pós-graduação em Educação da UCB e já tem a presença confirmada dos seguintes palestrantes: Profa. Dra. Ilma Passos Alencastro Veiga (UnB); Profa. Dra. Denise de Souza Fleith (UnB); Prof. Dr. Juan Carlos Crespo López de Castilla (Pontifícia Universidade Católica do Peru); Profa. Dra. Vera Maria Nigro de Souza Placco (PUC/SP); Profa. Dra. Clarilza Prado Souza (Forpred); Profa. Dra. Adelaide Alves Dias (Universidade Federal da Paraíba); Profa. Dra. Claisy Maria Marinho Araújo (UnB).
Para inscrever-se, basta enviar um e-mail para o seguinte endereço: marthap@ucb.br, informando nome completo e filiação institucional.
Nunca imaginei que um dia diria que eu era fã de algum/a artista. Contudo, Lady Gaga mudou minha opinião. Desde o som da primeira música que escutei, desde a primeira imagem que vi dela, já achei surpreendente. Talvez esse seu jeito subversivo que quebra os limites da normalidade é o que chama mais minha atenção. Fora que ela ainda faz uma politização da sexualidade, bullying, auto-estima, etc. Acostumei dizer que Lady Gaga é do meu tempo. Tempo cronológico e tempo interior. Sou fã, mas não fanático. Pelo visto, Lady Gaga veio para confundir, para não ser entendida, para quebrar alguns tabus, para questionar alguns limites, para mostrar o quanto investimos nos nossos corpos para que representem uma identidade singular. Lady Gaga é o emblema de um contexto cultural marcado por inúmeras transformações sociais, por questionamentos, por ousadia e indisciplina. Por tudo isso, gosto de Lady Gaga. Ela é estranha. Eu gosto de estranhos. Ela é performática. Eu gosto de performáticos. Ela é fictícia. Eu gosto de irrealidades. Como diz Adriana Calcanhoto, "Eu não gosto do bom gosto. Eu não gosto de bom senso. Eu não gosto dos bons modos. Não gosto". Curtam as últimas que ela aprontou em entrevista ao programa do Paul O'Grady.
No Sábado (18/06), fui assistir ao espetáculo Medeia, encenada por “Os Paquidermes Cia. de Teatro”. Gostei muito do figurino, da sonoplastia e da interpretação dos atores e atrizes. Um verdadeiro acontecimento. Medeia fica realmente como propõe a tragédia, entre “vítima” ou “culpada”. A peça é um reviver da tragédia e uma homenagem a essa obra de Eurípedes. Recomendo que vão assistir ao espetáculo sabendo mais a respeito da história. Uma dica é chegar mais cedo, sentar nos sofás do Teatro Mosaico e ler o folder para se inteirar. A peça é “pano para manga” e discussões depois, em qualquer barzinho ou em qualquer lugar. Saiba que a peça é gratuita. Eu fiz uma postagem sobre a história da peça e vocês podem acompanhar as próximas apresentações no Flyer.